Utilizada há gerações na medicina popular, a quebra-pedra vem sendo estudada há décadas por pesquisadores brasileiros devido aos seus compostos bioativos, como flavonoides, lignanas e alcaloides. Estudos associam essas substâncias a efeitos antioxidantes, antiespasmódicos e à modulação da formação de cálculos renais.
O desenvolvimento do fitoterápico representa a união entre saber tradicional, ciência nacional e políticas públicas, respeitando a biodiversidade brasileira e a legislação de acesso ao patrimônio genético.
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